Quem somos?!
Desta forma tentamos unir artisticamente o Teatro, a Música e as Artes Plásticas numa atitude de exploração conjunta da arte, do corpo, dos materiais, sons, das palavras, das ideias, das ambiências, dos processos, dos sentidos. Procuramos desde o silêncio ao grito, explorar os limites e reencontrar a liberdade de criar, sem a dependência total das instituições e do capital como base da criação.
Descartes diz-nos: age com mais liberdade quem melhor compreende as alternativas em escolha. Quanto mais claramente uma alternativa apareça como a verdadeira, mais facilmente se escolhe essa alternativa.
Caminhemos então em direcção às alternativas.
sábado, 23 de março de 2013
Comunidade de Artistas Livres
Artistas – porque amamos a arte, sem presunção ou arrogância, porque temos vontade, tanta vontade de ser um pouco dentro daquilo que nos move, porque lemos, ouvimos, vemos, tocamos, cheiramos e deixamo-nos contaminar pelo vírus da criação e divagação artística, porque riscamos o papel fora das linhas, procuramos alternativas, questionamo-nos, e nem sempre encontramos respostas imediatas, deixando-as assombrarem-nos até que um dia nos satisfaça uma solução inacabada, sempre inacabada, porque somos efémeros mas eternos ao mesmo tempo e porque nos revoltamos, muitas vezes, metendo em causa o que somos e porque o fazemos
Livres – porque sim
OBRIGADO A TODOS AQUELES QUE ESTÃO, ESTIVERAM E INSISTEM EM ESTAR JUNTOS, AQUI
domingo, 20 de janeiro de 2013
PROJECTO MAGAZINE AMOR
Peça realizada pela Comunidade de Artistas Livres.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
WORKSHOP IMPROVISAÇÃO
(biografia no final)
A realizar em Évora
Espaço – Casa dos Bonecos
Maio de 2012
Público-alvo Para actores em formação, actores profissionais ou alunos de teatro
Carga horária 3 semanas – 2 sessões por semana – 3,5h cada sessão
Total: 21 horas de workshop
Horário a averiguar – de acordo com disponibilidades do grupo
Aberto a 8 inscrições (com possibilidade de realizar 2 grupos de trabalho caso ultrapassem as 8 inscrições)
Inscrições até 30 Abril
Preço 40€ (com facilidades de pagamento)
Disponibilizamos Certificado de Participação se solicitado
A enviar
. Solicitação da ficha de inscrição
. Nome e contacto
. Pequeno texto de apresentação sobre interesse pessoal em realizar workshop
Objectivos
. Trabalhar corporalidade e aquecimento com base na improvisação
. Desenvolver técnicas de improviso
. Trabalho de improvisação através de texto
. Trabalho de improvisação através do corpo
. Exploração de aquecimento corporal como estimulo à criação livre de
construção de personagens e situações de improviso coletivo e individual
. Exploração de improvisos através de estímulos sensoriais
Informações e contacto
Geral_C.A.L@sapo.pt
www.comunidadedeartistaslivres.blogspot.com
ou enviando mensagem em
http://facebook.com/comunidadedeartistaslivres
Breve biografia do formador:
Ana Margarida Leitão, nasceu a 22 de Julho de 1981 em Caldas da Rainha. Terminando a Licenciatura de Estudos Teatrais na ESMAE, fez também o Bacharelato de Interpretação na mesma escola (2006). Ainda frequentou o primeiro ano de Estudos Teatrais na Universidade de Évora (2001) e fez o curso de formação de Actores no Instituto das Artes do Espectáculo em Lisboa (2000). Conclui actualmente o Mestrado em Dramaturgia / Encenação na Universidade de Évora.
Faz teatro desde 1996 onde se iniciou em teatro amador, no grupo Figuras do Espanto, em Torres Vedras. Frequentou, posteriormente, já durante a sua formação profissional, seminários de interpretação com Ana Tamen, Nicolau Antunes, Dennis Bernard, Andrea Gabilombo, Diogo Dória, Rogério de Carvalho, Polina Klimovitskaya, João Brites, Carlos Pessoa, Inês Vicente, frente câmara com Raquel Freire, novo circo com André Braga, entre outros.
Participou em espectáculos com Paulo Lages, Anunciação a Maria; com Denis Bernard, Sonho de Uma Noite de Verão; com Pablo Rodriguez, Nunca Nada de Ninguém; performance Arte Povera, com direcção de Denis Bernard para a Fundação Serralves, entre outros. Iniciou-se na encenação com o actor Luís Félix, na peça Ninguém Pensa Isso de Ti – A Despensa de Carlos Magno, para um projecto de formação do TUM – Teatro Universitário do Minho. Participou em algumas curtas-metragens experimentais.
Desenvolveu alguns trabalhos de investigação académica.
Actualmente, colabora profissionalmente na companhia de teatro A Bruxa Teatro em Évora, onde fez Stabat Mater Furiosa, Só (encenação), Quatro Mulheres de Coragem e Mal me Queres com direcção de Figueira Cid.
Fundou, em 2008, um projecto experimental intitulado C.A.L (Comunidade de Artistas Livres), projecto multidisciplinar que funde diversas áreas artísticas, registado em 2010 como Associação corpo na Arte, onde explora trabalho de actriz, encenadora e formadora.
Colabora com a Companhia Pim Teatro, onde fez Histórias da Monarquia e O Bicho Papa Livros; e com a Companhia Baal17, onde fez Doroteia de Nelson Rodrigues.
Procuramos Propostas Para Workshops
Somos uma comunidade multidisciplinar e temos, entre outros, como objectivo a formação de novos publicos. Aceitamos até 30 de Abril propostas para a realização de workshops.
Devem apresentar:
.Estrutura de workshop
.Objectivos
.Carga horária
.Orçamento
.Publico alvo
.A quantas pessoas abrem a formação
.Curriculum Vitae do formador
.Pequeno texto sobre o interesse em realizar este workshop e em que medida é inovador
Agradecemos o vosso contacto e divulgação
Para envio de propostas e informação: geral_C.A.L@sapo.pt
terça-feira, 10 de abril de 2012
Sinopse - O Amor, Por Definição, É Um Bocado...
O Amor, Por Definição, É Um Bocado… partiu da vontade de se explorar um universo que trabalhasse a poesia e a música de uma forma diferente, autentica. Assim nasceu um “circo” decadente, onde tudo está perto do fim, com personagens que, como o texto, funcionam um pouco ao contrário.
Contamos com palhaços, gigantes, anões, bonecos, travestis e putas, que apresentam a sua visão do amor, de uma forma muito particular, sem qualquer moral envolvida.
O amor tem-se ou é? Vive-se ou compra-se? Constrói-se ou mata-se?
Perguntas não respondidas, mas apresentadas, num espectáculo que não é espectáculo, um circo que não é circo, um show que não é show… Junta-se a comédia e a tragédia e nasce um espaço aberto a tudo o que é rejeitado pela convenção do normal.
O Amor, Por Definição, É Um Bocado…

segunda-feira, 9 de abril de 2012
Reposição: O Amor, por definição, é um bocado...

Marcações para: geral_c.a.l@sapo.pt
(Lotação: 30 pessoas)
Uma criação colectiva da C.A.L.
Partilhem, manifestem-se e apareçam!
sexta-feira, 30 de março de 2012
O Amor, por definição, é um bocado...

NOVA PRODUÇÃO Comunidade de Artistas Livres
O Amor, Por Definição, É Um Bocado...
Apresentado por Mr. Pepper, este seu "show" criado na sua roulote, onde contamos com gigantes, anões, palhaços, putas e travestis...
Apareçam!
segunda-feira, 26 de março de 2012
Dia Mundial do Teatro - 27 Março 2012
A C.A.L vai festejar o Dia Mundial do Teatro, com duas apresentações:
"V/D'Entro Sonho", a partir das 17h no Jardim Público de Évora e continuação no Palácio de D.Manuel às 18h;
"Trata-se de uma partitura de movimentos e imagens, desenvolvidas no processo, que nos remeteu para a metamorfose imaginária do sonho, daquilo que está dentro de nós e se revela de forma desarticulada/articulada quando sonhamos, sem controlo consciente."
Ficha técnica:
Coordenação: Ana Leitão
Intérpretes: Dany Santos, Filipa Marujo, Henrique Calado, Joana Velez, João Luz, Luís Paulo Pimenta, Mafalda Marafusta, Rita Costa, Rubi Girão e Soraya Lopes.
Música
Composição: Miguel Alegria
"O Amor, Por Definição, É Um Bocado..." (estreia), uma criação colectiva da C.A.L, pelas 21:30h, no Palácio D. Manuel
Ficha técnica:
Criação colectiva
Intérpretes: Ana Leitão, Henrique Calado e Luís Paulo Pimenta
Luz: Joana Velez
Som: Miguel Alegria
A não perder. Apareçam, partilhem, comentem e manifestem-se.
Para mais informações não hesitem em contactar-nos: geral_c.a.l@sapo.pt
Cumprimentos e desejo de um bom dia mundial do teatro
C.A.L
sábado, 3 de março de 2012
"O Prédio"
A partir do workshop de Criação de "Gentes" (como diz Henrique Calado) criamos uma estrutura de apresentação, para expormos o processo criativo em cena, ao qual demos o nome de "O Prédio". Um prédio onde, por cima de uma barbearia, onde trabalhava uma barbeira muito peculiar, mora "gente" como em qualquer outro prédio. A diferença reside na exposição de momentos muito privados e pessoais de cada um dos estranhos moradores...
Uma história criada em improvisação articulada com os textos escolhidos pelos actores e personagens desenvolvidas durante o workshop.
Obrigada a todos.
C.A.L
domingo, 22 de janeiro de 2012
Em processo... Novo projecto
Que a loucura, no fundo, é como tantas outras, uma questão de maioria. A vida é uma convenção: isto é vermelho, aquilo é branco , unicamente porque se determinou chamar à cor disto vermelho e à cor d...aquilo branco. A maior parte dos homens adoptou um sistema determinado de convenções: É a gente de juizo... Pelo contrário, umm numero reduzido de individuos vê os objectos com outros olhos, chama-lhes outros nomes, pensa de maneira diferente, encara a vida de modo diverso. Como estão em minoria... são doidos...
Se um dia porém a sorte favorecesse os loucos, se o seu número fosse o superior e o génio da sua loucura idêntico, eles é que passariam a ser os ajuizados: Na terra dos cegos, quem tem olho é rei, diz o adágio: na terra dos doidos, quem tem juizo, é doido, concluo eu.
O meu amigo não pensava como toda a gente... Eu não o compreendia: chamava-lhe doido...Eis tudo."
LoUcUra - Mário Sá-Carneiro
Interpretação: Henrique Calado
Coordenação: Ana Leitão
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Workshop de Criação de Personagem
A C.A.L vai abrir um workshop de criação de personagem para actores, profissionais, académicos ou amadores, dirigido por Ana Leitão.
O objectivo é trabalhar a partir da dramaturgia e da corporalidade, em direcção a uma personagem de um texto sugerido por cada particpante. Os textos podem ser teatrais ou não.
O trabalho de corpo e análise de texto estão na base de levantamento da personagem com o objectivo de dar ao actor meios objectivos de trabalho que possam ser desenvolvidos noutras criações.
2 semanas de trabalho, 3 sessões por semana, com 3h cada uma, ou seja, um total de 18h de workshop. (Os dias da semana para as sessões serão discutidas entre todos os participantes, mas possivelmente 2ª, 4ª e 6ª)
Horários: Pós-laboral - das 18:30h às 21:30h (ou) das 21h às 24h
Datas: de 23 de Janeiro a 5 Fevereiro 2012
O espaço está a ser averiguado.
Preço: 40€ por partipante
Aberto a 8 participantes aproximadamente
para mais informações contactem: geral_C.A.L@sapo.pt
Objectivos:
. selecção do texto e personagem pretendido pelos actores
. trabalho dramaturgico de texto
. trabalho de improvisação a partir do texto
. exploração de exercicios que abram à corporalidade e criação da personagem
. exploração da ambiência e estado em que a persoangem se insere
. construção performativa da apresentação da personagem
. criação de um "caderno documento" do universo pessoal/criativo de cada actor
. encenação colectiva da apresentaçao dos universos das personagens como produto final
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Movimento Manifesto Clandestino
Sempre ouvi dizer que é bom dar e receber, que também devemos dar sem pensar no receber… Mas parece-me, não sei, que anda aí gente muito trocada no que respeita a estas ideias.
Sim falo destas tendências modernas de gestão do que nos rodeia! Dei-me ao trabalho de verificar, assim por alto, visto que por baixo me iria deprimir profundamente e não me apetece, as propostas de alterações que o “governo” nos tenta impor.
Serei breve, para não criar indigestões…
Querem pagar menos, que trabalhemos mais, que sejamos escravos do dinheiro que não temos para viver decentemente, retirar subsídios, diminuir qualidade de vida, fundir feriados, aniquilar pontes…
Dizem: tenham calma, façam um esforço, tenham paciência, isto vai melhorar…
Sim! Quando estivermos todos a pedir esmola conseguimos chegar a uma fracção de vida tão simplificada que cada caroço de maçã nos saberá a um banquete, cada copo de água de chuva, será dos melhores vinhos de mesa, e o frio… ah, esse é psicológico. Vendam casas, roupas, filhos… que interessa esses bens materiais? E filhos sempre foram “coisas” que se tem de planificar muito bem – “Nós avisamos!”
Paro, penso um pouco, e chego a uma conclusão… brevemente será tudo tão resumido e fraccionado, para bem da “Nação” e de “todos”, que teremos de ser incultos, ignorantes, oprimidos, fechados e principalmente teremos de ser ZERO; ligar-nos-ão sensores ao corpo, para que não gastemos demasiada energia nos tempos livres, para que a possamos aplicar no TRABALHO, e outros ao cérebro, para que sempre que realizamos um pensamento, seja ele qual for, se pague uma taxa tão alta, que ninguém se atreverá a PENSAR! Já para não dizer que teremos medo de falar, não vá o som das palavras interferir com o espaço comum e possa suscitar pensamentos nos outros. Seremos nós a evitar estarmos uns com os outros para que ninguém nos diga ou faça nada que nos faça pensar.
E tudo isto para nosso “bem”, pois só assim seremos livres num estado de liberdade de NÃO SER!
Parece-me… Não sei… Eu só parva, como diz o outro…
AQUECIMENTO
Se alguém me ajudasse eu podia. Não basta receber. Há que oferecer. Tenho de sair daqui e agir. Não. É ao contrário.
As gavetas vazias. Insuportavel. O mundo precisa dos meus gestos. Preciso de sair para fora e agir. Não basta ter medo nem odiar. É preciso agir. Os acontecimentos esperam por mim. Os meus acontecimentos."
Gonçalo M. Tavares, in "A Colher de Samuel Beckett"
quinta-feira, 29 de setembro de 2011


quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
C.A.L + UE no FATAL, Lisboa

sábado, 30 de abril de 2011
Bom Dia com FMI - aconselhável ler depois de um bom pequeno almoço. Ou não...
Esta manhã acordei “enfiada” no FMI… Coisa que não acontece quase nunca, acordar virada para a política/economia, pois, chamem-me o que quiserem, acho que neste sitio onde estamos, pode estar à frente quem estiver, que farão todos exactamente a mesma merd@.
Sentei-me então com um jornal de negócios e afundei-me nas medidas, prós e contras, e etcs que são debatidos com a chegada deste tão grande “SR.” que inicialmente era tomado para apoiar países do 3º mundo e que agora é a medida proposta a vários países à beira de um ataque de nervos.
Podia transcrever para aqui em resumo o que li e as conclusões que tirei, mas vou ficar-me pelo mais básico e primordial: 10 medidas com que devemos contar com a chegada do FMI, medidas essas que servirão para “equilibrar” a situação nacional (equilíbrio esse pensando adquirindo mais e mais dividas).
Então, com que deve contar o país?
1. Subida de impostos e cortes nas deduções
2. Cortes nas pensões
3. Despedimentos mais fáceis
4. Redução de subsídio de desemprego
5. Quebra de salários
6. Reforma do mercado de arrendamento
7. Redução de funcionários
8. Mais concorrência e uma “onda” de privatizações
9. Energia com menos intervenção do Estado
10. Transportes mais caros
Bem, o panorama é “agradável” e entre aquisição de mais dividas e apertar mais e mais a vida dos que precisam de viver com alguma qualidade, questiono-me quem irá, afinal, ser “ajudado” pelo FMI? Quem será que vai beneficiar com estas medidas alucinantes?
Entre muitos prós e contras, li um facto interessante dentro das medidas positivas que se esperam: a promoção do consumo de produtos nacionais! Mas precisará de chegar um FMI para que se tenha essa noção básica acerca da nossa economia? Não deveria este factor ser uma visão de qualquer português? Pois não sei…
Enfim… terminei de ler 15 páginas de jornal a pensar que por vezes mais vale ser ignorante e não entender minimamente o que se passa à volta, do que transformar um pequeno-almoço tranquilo em algo profundamente indigesto.



