Quem somos?!



Pensamos a arte de uma forma livre... Foi a partir daqui que nos juntámos e formámos a C.A.L. uma comunidade aberta a ideias, projectos, abraçando alternativas ao que de convencional se faz por aí. Trabalhamos a arte no sentido de dar e abrir a públicos que procurem estímulos diferentes, num processo de desconstrução e recriação. Como refere Antonin Artaud, antes de mais nada, necessitamos de viver, necessitamos de acreditar no que nos faz viver e em que algo nos faz viver (…).
Desta forma tentamos unir artisticamente o Teatro, a Música e as Artes Plásticas numa atitude de exploração conjunta da arte, do corpo, dos materiais, sons, das palavras, das ideias, das ambiências, dos processos, dos sentidos. Procuramos desde o silêncio ao grito, explorar os limites e reencontrar a liberdade de criar, sem a dependência total das instituições e do capital como base da criação.
Descartes diz-nos: age com mais liberdade quem melhor compreende as alternativas em escolha. Quanto mais claramente uma alternativa apareça como a verdadeira, mais facilmente se escolhe essa alternativa.
Caminhemos então em direcção às alternativas.
A.M.

sábado, 23 de março de 2013

DIA MUNDIAL DO TEATRO - 27 Março

Programação de eventos:


Comunidade de Artistas Livres

Comunidade – porque temos um principio de respeito, de consciência e inconsciência da vontade e atitude dos que nos abraçam, porque somos marginais, inadaptados e por vezes incompreendidos, mas não nos importamos, porque gostamos de receber e nunca dizer adeus, mesmo quando se vão, porque temos como valor uma porta aberta, a todos os que querem propor, estar, sentir e quando o seu caminho pede, irem embora, nunca deixando de fazer parte, porque somos teimosos na teimosia de querermos fazer mais e mais, porque nos desafiamos uns aos outros, porque temos sede e queremos muito construir, mesmo que seja algo pequeno, que se torna grande dentro de nós, porque somos muitos e somos poucos, porque somos ousados, porque criamos sem dinheiro, sem espaços, criando assim em qualquer lado do mundo, porque somos todos e somos ninguém

Artistas – porque amamos a arte, sem presunção ou arrogância, porque temos vontade, tanta vontade de ser um pouco dentro daquilo que nos move, porque lemos, ouvimos, vemos, tocamos, cheiramos e deixamo-nos contaminar pelo vírus da criação e divagação artística, porque riscamos o papel fora das linhas, procuramos alternativas, questionamo-nos, e nem sempre encontramos respostas imediatas, deixando-as assombrarem-nos até que um dia nos satisfaça uma solução inacabada, sempre inacabada, porque somos efémeros mas eternos ao mesmo tempo e porque nos revoltamos, muitas vezes, metendo em causa o que somos e porque o fazemos


Livres – porque sim

OBRIGADO A TODOS AQUELES QUE ESTÃO, ESTIVERAM E INSISTEM EM ESTAR JUNTOS, AQUI

domingo, 20 de janeiro de 2013

The heart is a lonely hunteR

TEASER PROMOCIONAL DE
"O Amor, Por Definição, É Um Bocado..."
 

PROJECTO MAGAZINE AMOR

Uma revista digital de promoção ao espectáculo "O Amor, Por Definição, É Um Bocado..."

Peça realizada pela Comunidade de Artistas Livres.

Uma peça onde o amor é o tema, mas apresentado de uma forma muito especial, onde a comédia se une com a tragédia, num lugar/circo/show, que sendo um pouco de tudo, não é em lugar nenhum.

Fotografias, textos, comentários, entre outros.
 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

WORKSHOP IMPROVISAÇÃO

Formador Ana Leitão
(biografia no final)

A realizar em Évora
Espaço – Casa dos Bonecos
Maio de 2012

Público-alvo Para actores em formação, actores profissionais ou alunos de teatro

Carga horária 3 semanas – 2 sessões por semana – 3,5h cada sessão
Total: 21 horas de workshop
Horário a averiguar – de acordo com disponibilidades do grupo

Aberto a 8 inscrições (com possibilidade de realizar 2 grupos de trabalho caso ultrapassem as 8 inscrições)

Inscrições até 30 Abril

Preço 40€ (com facilidades de pagamento)
Disponibilizamos Certificado de Participação se solicitado

A enviar
. Solicitação da ficha de inscrição
. Nome e contacto
. Pequeno texto de apresentação sobre interesse pessoal em realizar workshop


Objectivos
. Trabalhar corporalidade e aquecimento com base na improvisação
. Desenvolver técnicas de improviso
. Trabalho de improvisação através de texto
. Trabalho de improvisação através do corpo
. Exploração de aquecimento corporal como estimulo à criação livre de
construção de personagens e situações de improviso coletivo e individual
. Exploração de improvisos através de estímulos sensoriais


Informações e contacto
Geral_C.A.L@sapo.pt
www.comunidadedeartistaslivres.blogspot.com

ou enviando mensagem em
http://facebook.com/comunidadedeartistaslivres

Breve biografia do formador:

Ana Margarida Leitão, nasceu a 22 de Julho de 1981 em Caldas da Rainha. Terminando a Licenciatura de Estudos Teatrais na ESMAE, fez também o Bacharelato de Interpretação na mesma escola (2006). Ainda frequentou o primeiro ano de Estudos Teatrais na Universidade de Évora (2001) e fez o curso de formação de Actores no Instituto das Artes do Espectáculo em Lisboa (2000). Conclui actualmente o Mestrado em Dramaturgia / Encenação na Universidade de Évora.

Faz teatro desde 1996 onde se iniciou em teatro amador, no grupo Figuras do Espanto, em Torres Vedras. Frequentou, posteriormente, já durante a sua formação profissional, seminários de interpretação com Ana Tamen, Nicolau Antunes, Dennis Bernard, Andrea Gabilombo, Diogo Dória, Rogério de Carvalho, Polina Klimovitskaya, João Brites, Carlos Pessoa, Inês Vicente, frente câmara com Raquel Freire, novo circo com André Braga, entre outros.
Participou em espectáculos com Paulo Lages, Anunciação a Maria; com Denis Bernard, Sonho de Uma Noite de Verão; com Pablo Rodriguez, Nunca Nada de Ninguém; performance Arte Povera, com direcção de Denis Bernard para a Fundação Serralves, entre outros. Iniciou-se na encenação com o actor Luís Félix, na peça Ninguém Pensa Isso de Ti – A Despensa de Carlos Magno, para um projecto de formação do TUM – Teatro Universitário do Minho. Participou em algumas curtas-metragens experimentais.

Desenvolveu alguns trabalhos de investigação académica.

Actualmente, colabora profissionalmente na companhia de teatro A Bruxa Teatro em Évora, onde fez Stabat Mater Furiosa, Só (encenação), Quatro Mulheres de Coragem e Mal me Queres com direcção de Figueira Cid.

Fundou, em 2008, um projecto experimental intitulado C.A.L (Comunidade de Artistas Livres), projecto multidisciplinar que funde diversas áreas artísticas, registado em 2010 como Associação corpo na Arte, onde explora trabalho de actriz, encenadora e formadora.
Colabora com a Companhia Pim Teatro, onde fez Histórias da Monarquia e O Bicho Papa Livros; e com a Companhia Baal17, onde fez Doroteia de Nelson Rodrigues.

Procuramos Propostas Para Workshops

A C.A.L - comunidade de artistas livres (Associação Corpo na Arte) procura propostas para workshops a serem realizados em Évora.
Somos uma comunidade multidisciplinar e temos, entre outros, como objectivo a formação de novos publicos. Aceitamos até 30 de Abril propostas para a realização de workshops.
Devem apresentar:
.Estrutura de workshop
.Objectivos
.Carga horária
.Orçamento
.Publico alvo
.A quantas pessoas abrem a formação
.Curriculum Vitae do formador
.Pequeno texto sobre o interesse em realizar este workshop e em que medida é inovador

Agradecemos o vosso contacto e divulgação

Para envio de propostas e informação: geral_C.A.L@sapo.pt

terça-feira, 10 de abril de 2012

Sinopse - O Amor, Por Definição, É Um Bocado...



O Amor, Por Definição, É Um Bocado… partiu da vontade de se explorar um universo que trabalhasse a poesia e a música de uma forma diferente, autentica. Assim nasceu um “circo” decadente, onde tudo está perto do fim, com personagens que, como o texto, funcionam um pouco ao contrário.
Contamos com palhaços, gigantes, anões, bonecos, travestis e putas, que apresentam a sua visão do amor, de uma forma muito particular, sem qualquer moral envolvida.
O amor tem-se ou é? Vive-se ou compra-se? Constrói-se ou mata-se?
Perguntas não respondidas, mas apresentadas, num espectáculo que não é espectáculo, um circo que não é circo, um show que não é show… Junta-se a comédia e a tragédia e nasce um espaço aberto a tudo o que é rejeitado pela convenção do normal.
O Amor, Por Definição, É Um Bocado…








segunda-feira, 9 de abril de 2012

Reposição: O Amor, por definição, é um bocado...



Reposição da nova produção:





Estamos novamente esta semana, nos dias 11 e 12 de Abril, às 22h, na Casa dos Bonecos (Largo de Machede Velho - beco, Évora) para duas apresentações de "O Amor, Por Definição, É Um Bocado...".


Marcações para: geral_c.a.l@sapo.pt
(Lotação: 30 pessoas)



Uma criação colectiva da C.A.L.
Partilhem, manifestem-se e apareçam!

sexta-feira, 30 de março de 2012

O Amor, por definição, é um bocado...


NOVA PRODUÇÃO Comunidade de Artistas Livres

O Amor, Por Definição, É Um Bocado...




Depois da estreia no palácio D. Manuel, estaremos na Casa dos Bonecos - largo Machede Velho (beco). Para maiores de 16 anos, apresentamos este "show" que não é um show, este "circo" que não é um circo, este "espectáculo" que não é um espectáculo... apresentamos, ponto!

Apresentado por Mr. Pepper, este seu "show" criado na sua roulote, onde contamos com gigantes, anões, palhaços, putas e travestis...

Uma criação colectiva da C.A.L.
Apareçam!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Dia Mundial do Teatro - 27 Março 2012



A C.A.L vai festejar o Dia Mundial do Teatro, com duas apresentações:



"V/D'Entro Sonho", a partir das 17h no Jardim Público de Évora e continuação no Palácio de D.Manuel às 18h;


"Trata-se de uma partitura de movimentos e imagens, desenvolvidas no processo, que nos remeteu para a metamorfose imaginária do sonho, daquilo que está dentro de nós e se revela de forma desarticulada/articulada quando sonhamos, sem controlo consciente."


Ficha técnica:



Coordenação: Ana Leitão



Intérpretes: Dany Santos, Filipa Marujo, Henrique Calado, Joana Velez, João Luz, Luís Paulo Pimenta, Mafalda Marafusta, Rita Costa, Rubi Girão e Soraya Lopes.



Música


Composição: Miguel Alegria



"O Amor, Por Definição, É Um Bocado..." (estreia), uma criação colectiva da C.A.L, pelas 21:30h, no Palácio D. Manuel



Ficha técnica:




Criação colectiva


Intérpretes: Ana Leitão, Henrique Calado e Luís Paulo Pimenta




Luz: Joana Velez


Som: Miguel Alegria





A não perder. Apareçam, partilhem, comentem e manifestem-se.


Para mais informações não hesitem em contactar-nos: geral_c.a.l@sapo.pt



Cumprimentos e desejo de um bom dia mundial do teatro


C.A.L


sábado, 3 de março de 2012

"O Prédio"



A partir do workshop de Criação de "Gentes" (como diz Henrique Calado) criamos uma estrutura de apresentação, para expormos o processo criativo em cena, ao qual demos o nome de "O Prédio". Um prédio onde, por cima de uma barbearia, onde trabalhava uma barbeira muito peculiar, mora "gente" como em qualquer outro prédio. A diferença reside na exposição de momentos muito privados e pessoais de cada um dos estranhos moradores...
Uma história criada em improvisação articulada com os textos escolhidos pelos actores e personagens desenvolvidas durante o workshop.
Obrigada a todos.
C.A.L

domingo, 22 de janeiro de 2012

Em processo... Novo projecto

Loucura? - Mas afinal o que vem a ser a loucura?... Um inigma... Por isso mesmo é que às pessoas enigmáticas, incompreensiveis, se dá o nome de loucos...
Que a loucura, no fundo, é como tantas outras, uma questão de maioria. A vida é uma convenção: isto é vermelho, aquilo é branco , unicamente porque se determinou chamar à cor disto vermelho e à cor d...aquilo branco. A maior parte dos homens adoptou um sistema determinado de convenções: É a gente de juizo... Pelo contrário, umm numero reduzido de individuos vê os objectos com outros olhos, chama-lhes outros nomes, pensa de maneira diferente, encara a vida de modo diverso. Como estão em minoria... são doidos...
Se um dia porém a sorte favorecesse os loucos, se o seu número fosse o superior e o génio da sua loucura idêntico, eles é que passariam a ser os ajuizados: Na terra dos cegos, quem tem olho é rei, diz o adágio: na terra dos doidos, quem tem juizo, é doido, concluo eu.
O meu amigo não pensava como toda a gente... Eu não o compreendia: chamava-lhe doido...Eis tudo."

LoUcUra - Mário Sá-Carneiro
Interpretação: Henrique Calado
Coordenação: Ana Leitão

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Workshop de Criação de Personagem

Workshop de Criação de Personagem

A C.A.L vai abrir um workshop de criação de personagem para actores, profissionais, académicos ou amadores, dirigido por Ana Leitão.

O objectivo é trabalhar a partir da dramaturgia e da corporalidade, em direcção a uma personagem de um texto sugerido por cada particpante. Os textos podem ser teatrais ou não.

O trabalho de corpo e análise de texto estão na base de levantamento da personagem com o objectivo de dar ao actor meios objectivos de trabalho que possam ser desenvolvidos noutras criações.

2 semanas de trabalho, 3 sessões por semana, com 3h cada uma, ou seja, um total de 18h de workshop. (Os dias da semana para as sessões serão discutidas entre todos os participantes, mas possivelmente 2ª, 4ª e 6ª)

Horários: Pós-laboral - das 18:30h às 21:30h (ou) das 21h às 24h

Datas: de 23 de Janeiro a 5 Fevereiro 2012

O espaço está a ser averiguado.

Preço: 40€ por partipante

Aberto a 8 participantes aproximadamente

para mais informações contactem: geral_C.A.L@sapo.pt


Objectivos:
. selecção do texto e personagem pretendido pelos actores
. trabalho dramaturgico de texto
. trabalho de improvisação a partir do texto
. exploração de exercicios que abram à corporalidade e criação da personagem
. exploração da ambiência e estado em que a persoangem se insere
. construção performativa da apresentação da personagem
. criação de um "caderno documento" do universo pessoal/criativo de cada actor
. encenação colectiva da apresentaçao dos universos das personagens como produto final

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Movimento Manifesto Clandestino

Movimento Manifesto Clandestino

Sempre ouvi dizer que é bom dar e receber, que também devemos dar sem pensar no receber… Mas parece-me, não sei, que anda aí gente muito trocada no que respeita a estas ideias.
Sim falo destas tendências modernas de gestão do que nos rodeia! Dei-me ao trabalho de verificar, assim por alto, visto que por baixo me iria deprimir profundamente e não me apetece, as propostas de alterações que o “governo” nos tenta impor.
Serei breve, para não criar indigestões…
Querem pagar menos, que trabalhemos mais, que sejamos escravos do dinheiro que não temos para viver decentemente, retirar subsídios, diminuir qualidade de vida, fundir feriados, aniquilar pontes…
Dizem: tenham calma, façam um esforço, tenham paciência, isto vai melhorar…
Sim! Quando estivermos todos a pedir esmola conseguimos chegar a uma fracção de vida tão simplificada que cada caroço de maçã nos saberá a um banquete, cada copo de água de chuva, será dos melhores vinhos de mesa, e o frio… ah, esse é psicológico. Vendam casas, roupas, filhos… que interessa esses bens materiais? E filhos sempre foram “coisas” que se tem de planificar muito bem – “Nós avisamos!”
Paro, penso um pouco, e chego a uma conclusão… brevemente será tudo tão resumido e fraccionado, para bem da “Nação” e de “todos”, que teremos de ser incultos, ignorantes, oprimidos, fechados e principalmente teremos de ser ZERO; ligar-nos-ão sensores ao corpo, para que não gastemos demasiada energia nos tempos livres, para que a possamos aplicar no TRABALHO, e outros ao cérebro, para que sempre que realizamos um pensamento, seja ele qual for, se pague uma taxa tão alta, que ninguém se atreverá a PENSAR! Já para não dizer que teremos medo de falar, não vá o som das palavras interferir com o espaço comum e possa suscitar pensamentos nos outros. Seremos nós a evitar estarmos uns com os outros para que ninguém nos diga ou faça nada que nos faça pensar.
E tudo isto para nosso “bem”, pois só assim seremos livres num estado de liberdade de NÃO SER!
Parece-me… Não sei… Eu só parva, como diz o outro…

AQUECIMENTO

‎" O principal é tu próprio concordares com as tuas ideias. O que quero fazer. Pensa. Tens fome? Não tenho fome. Esqueci o estômago.
Se alguém me ajudasse eu podia. Não basta receber. Há que oferecer. Tenho de sair daqui e agir. Não. É ao contrário.
As gavetas vazias. Insuportavel. O mundo precisa dos meus gestos. Preciso de sair para fora e agir. Não basta ter medo nem odiar. É preciso agir. Os acontecimentos esperam por mim. Os meus acontecimentos."

Gonçalo M. Tavares, in "A Colher de Samuel Beckett"

quinta-feira, 29 de setembro de 2011



Vimos por este meio convidar todos os interessados para a inauguração da exposição "Gravadores dos Leões", no Palácio D.Manuel, no Jardim Público de Évora, no dia 8 de Outubro, pelas 17:00h.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

C.A.L + UE no FATAL, Lisboa

Para quem ainda não teve a oportunidade de nos ver por se encontrar deslocado do Alentejo em direcção ao Tejo, então tem aqui a sua oportunidade. É aproveitar.
Tendo em conta que este projecto foi desenvolvido no âmbito do mestrado da Ana, vamos ao FATAL representar a Universidade de Évora:

13ª CASA DO ZODÍACO, a partir do livro A Casa do Incesto de Anaïs Nin

Domingo, 29 de MAIO 2011 - 16:30h

Espaço - Teatro da Comuna


Encenação de Ana Leitão
Universidade de Évora - Mestrado em encenação



Organização:
FATAL 2011: Reitoria da Universidade de Évora e Núcleo Cultural do Departamento de Relações Externas

Bilhetes - Teatro da Comuna (a partir das 20h - 217 221 770) - 3€ estudantes e profissionais das artes do espectáculo, 5€ público em geral

Reservas - Núcleo Cultural do Departamento de Relações Externas - 210 113 406




No final da peça, no bar do teatro, o público à conversa com a equipa da 13ª Casa do Zodíaco.



Não percam, tragam companhia e divulguem...

Abraços

C.A.L

sábado, 30 de abril de 2011

Bom Dia com FMI - aconselhável ler depois de um bom pequeno almoço. Ou não...

Esta manhã acordei “enfiada” no FMI… Coisa que não acontece quase nunca, acordar virada para a política/economia, pois, chamem-me o que quiserem, acho que neste sitio onde estamos, pode estar à frente quem estiver, que farão todos exactamente a mesma merd@.




Sentei-me então com um jornal de negócios e afundei-me nas medidas, prós e contras, e etcs que são debatidos com a chegada deste tão grande “SR.” que inicialmente era tomado para apoiar países do 3º mundo e que agora é a medida proposta a vários países à beira de um ataque de nervos.




Podia transcrever para aqui em resumo o que li e as conclusões que tirei, mas vou ficar-me pelo mais básico e primordial: 10 medidas com que devemos contar com a chegada do FMI, medidas essas que servirão para “equilibrar” a situação nacional (equilíbrio esse pensando adquirindo mais e mais dividas).




Então, com que deve contar o país?




1. Subida de impostos e cortes nas deduções




2. Cortes nas pensões




3. Despedimentos mais fáceis




4. Redução de subsídio de desemprego




5. Quebra de salários




6. Reforma do mercado de arrendamento




7. Redução de funcionários




8. Mais concorrência e uma “onda” de privatizações




9. Energia com menos intervenção do Estado




10. Transportes mais caros




Bem, o panorama é “agradável” e entre aquisição de mais dividas e apertar mais e mais a vida dos que precisam de viver com alguma qualidade, questiono-me quem irá, afinal, ser “ajudado” pelo FMI? Quem será que vai beneficiar com estas medidas alucinantes?




Entre muitos prós e contras, li um facto interessante dentro das medidas positivas que se esperam: a promoção do consumo de produtos nacionais! Mas precisará de chegar um FMI para que se tenha essa noção básica acerca da nossa economia? Não deveria este factor ser uma visão de qualquer português? Pois não sei…




Enfim… terminei de ler 15 páginas de jornal a pensar que por vezes mais vale ser ignorante e não entender minimamente o que se passa à volta, do que transformar um pequeno-almoço tranquilo em algo profundamente indigesto.