Quem somos?!



Pensamos a arte de uma forma livre... Foi a partir daqui que nos juntámos e formámos a C.A.L. uma comunidade aberta a ideias, projectos, abraçando alternativas ao que de convencional se faz por aí. Trabalhamos a arte no sentido de dar e abrir a públicos que procurem estímulos diferentes, num processo de desconstrução e recriação. Como refere Antonin Artaud, antes de mais nada, necessitamos de viver, necessitamos de acreditar no que nos faz viver e em que algo nos faz viver (…).
Desta forma tentamos unir artisticamente o Teatro, a Música e as Artes Plásticas numa atitude de exploração conjunta da arte, do corpo, dos materiais, sons, das palavras, das ideias, das ambiências, dos processos, dos sentidos. Procuramos desde o silêncio ao grito, explorar os limites e reencontrar a liberdade de criar, sem a dependência total das instituições e do capital como base da criação.
Descartes diz-nos: age com mais liberdade quem melhor compreende as alternativas em escolha. Quanto mais claramente uma alternativa apareça como a verdadeira, mais facilmente se escolhe essa alternativa.
Caminhemos então em direcção às alternativas.
A.M.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

C.A.L + UE no FATAL, Lisboa

Para quem ainda não teve a oportunidade de nos ver por se encontrar deslocado do Alentejo em direcção ao Tejo, então tem aqui a sua oportunidade. É aproveitar.
Tendo em conta que este projecto foi desenvolvido no âmbito do mestrado da Ana, vamos ao FATAL representar a Universidade de Évora:

13ª CASA DO ZODÍACO, a partir do livro A Casa do Incesto de Anaïs Nin

Domingo, 29 de MAIO 2011 - 16:30h

Espaço - Teatro da Comuna


Encenação de Ana Leitão
Universidade de Évora - Mestrado em encenação



Organização:
FATAL 2011: Reitoria da Universidade de Évora e Núcleo Cultural do Departamento de Relações Externas

Bilhetes - Teatro da Comuna (a partir das 20h - 217 221 770) - 3€ estudantes e profissionais das artes do espectáculo, 5€ público em geral

Reservas - Núcleo Cultural do Departamento de Relações Externas - 210 113 406




No final da peça, no bar do teatro, o público à conversa com a equipa da 13ª Casa do Zodíaco.



Não percam, tragam companhia e divulguem...

Abraços

C.A.L

sábado, 30 de abril de 2011

Bom Dia com FMI - aconselhável ler depois de um bom pequeno almoço. Ou não...

Esta manhã acordei “enfiada” no FMI… Coisa que não acontece quase nunca, acordar virada para a política/economia, pois, chamem-me o que quiserem, acho que neste sitio onde estamos, pode estar à frente quem estiver, que farão todos exactamente a mesma merd@.




Sentei-me então com um jornal de negócios e afundei-me nas medidas, prós e contras, e etcs que são debatidos com a chegada deste tão grande “SR.” que inicialmente era tomado para apoiar países do 3º mundo e que agora é a medida proposta a vários países à beira de um ataque de nervos.




Podia transcrever para aqui em resumo o que li e as conclusões que tirei, mas vou ficar-me pelo mais básico e primordial: 10 medidas com que devemos contar com a chegada do FMI, medidas essas que servirão para “equilibrar” a situação nacional (equilíbrio esse pensando adquirindo mais e mais dividas).




Então, com que deve contar o país?




1. Subida de impostos e cortes nas deduções




2. Cortes nas pensões




3. Despedimentos mais fáceis




4. Redução de subsídio de desemprego




5. Quebra de salários




6. Reforma do mercado de arrendamento




7. Redução de funcionários




8. Mais concorrência e uma “onda” de privatizações




9. Energia com menos intervenção do Estado




10. Transportes mais caros




Bem, o panorama é “agradável” e entre aquisição de mais dividas e apertar mais e mais a vida dos que precisam de viver com alguma qualidade, questiono-me quem irá, afinal, ser “ajudado” pelo FMI? Quem será que vai beneficiar com estas medidas alucinantes?




Entre muitos prós e contras, li um facto interessante dentro das medidas positivas que se esperam: a promoção do consumo de produtos nacionais! Mas precisará de chegar um FMI para que se tenha essa noção básica acerca da nossa economia? Não deveria este factor ser uma visão de qualquer português? Pois não sei…




Enfim… terminei de ler 15 páginas de jornal a pensar que por vezes mais vale ser ignorante e não entender minimamente o que se passa à volta, do que transformar um pequeno-almoço tranquilo em algo profundamente indigesto.